Horas, dias, semanas, meses, anos. Contar o tempo é uma prática que acompanha o homem desde que ele habita nosso planeta.
No começo dos tempos a humanidade media a passagem do tempo observando a natureza.
O movimento das estrelas, do sol, da lua e as estações do ano estabeleciam o ritmo da vida.
Povos antigos como os maias tinham sistemas bem desenvolvidos de medir o tempo.
Mas com o avanço das relações comerciais entre povos com seus sistemas próprios de contar o tempo surgiu a necessidade de se estabelecer uma métrica comum à todos.
Por isso, no ano 1582 na Europa, o Papa Gregório XIII instituiu o calendário como conhecemos e usamos até hoje, marcando a contagem dos dias, semanas e meses.
Os dias da semana receberam nomes derivados dos nomes dos planetas, em latim. Sábado é o dia de Saturno (Saturni dies, em latim) e domingo é o dia do Sol (Solis dies), por exemplo.
Alguns meses receberam nomes de Deuses ou grandes personagens da História: junho remete ao nome da deusa romana Juno, enquanto o mês de julho é uma homenagem ao general romano Júlio César.
Vários povos, culturas e religiões ainda mantém seus próprios calendários.
Porém, o calendário gregoriano acabou se tornando o calendário civil ou comercial mais utilizado no mundo.
Mas independentemente do método usado pra marcar a contagem de tempo, a sensação geral é a mesma: ele está passando cada vez mais rápido.
Mal piscamos e já estamos pra lá da metade do ano. E o tempo é, de longe, a coisa mais democrática que existe.
Você pode ter todo o dinheiro do mundo mas jamais vai conseguir comprar o tempo.
Você não pode comprar uma hora a mais no seu dia.
Nem uma hora, nem um minuto, nem um segundo.
O tempo é igual pra todo mundo. Não desperdice o seu. Use-o com sabedoria.

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